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Episódio piloto de In the Flesh supera expectativas

Zumbi-da-Bcc-586x355 Na crista da onda de infecções, mais zumbis vão surgindo e novas vertentes do assunto vão despontando em filmes, séries, etc... Antes, porém, de expressarmos qualquer tipo de opinião denegrindo uma nova produção, taxando-a de irreal (zumbis não fazem isso, zumbis não fazem aquilo), que tal darmos uma chance ao novo? Foi o que eu fiz ao assistir o episódio piloto da série In The Flesh, produzida pela BBC da Inglaterra. Confesso que de início, tive um pouco de receio do que estava por vir, imaginava uma produção estilo Warm Bodies (que ainda não assisti, logo não irei elogiar nem criticar), com um monte de zumbis humanizados, que comem, dormem e se apaixonam. Mas tive uma agradável surpresa, ao perceber que a temática da série é bem mais séria e muito diferente do que eu estava imaginando. Depois de anos em tratamento intensivo com um medicamento que traz de volta toda a operacionalidade do cérebro, o personagem principal Kieran Walker (Luke Newberry) é liberado para continuar o tratamento em casa, no vilarejo de Roarton (Yorkshire, nordeste da Inglaterra). Aí é que a série toma rumo e começa a mostrar a que veio. [ATENÇÃO CONTÉM SPOILERS!!!] Seus pais lhe tratam como se nada tivesse acontecido, porém Kieran não se alimenta como pessoas normais, de fato, ele não se alimenta mais e fim de papo – achei esse detalhe fantástico, algo a ser desenvolvido mais a frente, sobre a nova “fisiologia” desses zumbis reabilitados.  Sua irmã, por sua vez, o despreza por sua nova “condição” e é integrante da Força de Voluntários Humanos, que combateu a insurreição zumbi (quando as pessoas que morreram em 2009, literalmente levantaram de seus túmulos), e atualmente é uma espécie de milícia que controla a “segurança” da cidade. Os vizinhos e os “milicianos” são uma ameaça, pois não aceitam um reabilitado entre eles – extremismo em seu nível máximo! Nesse cenário, uma nova droga chamada “Esquecimento Azul” faz os reabilitados voltarem a agir como zumbis... Entre esses detalhes e histórias secundárias que vão formando o enredo de In The Flesh, acabei vencida pela tensão da temática extremista levantada pela série (religião, política, direitos “humanos”) e pela curiosidade também, é claro, de saber onde que essa mistura vai dar. O episódio piloto foi uma pitada aqui e ali de várias histórias e personagens (cada qual com sua particularidade), que vão se entrecruzando no decorrer da série e que prometem, ao invés de sustos ou algo do gênero, muita angústia e aflição acerca da discussão: Quem são os verdadeiros humanos da história? O que faz de nós humanos? De que consiste a nossa humanidade? Enfim... é esperar pra conferir nos próximos capítulos.