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Guerra Mundial Z, Max Brooks

Este é um dos títulos mais recorrentes em listas de melhores livros de zumbis.
A história é narrada em forma de entrevistas com diversos sobreviventes da guerra com os zumbis, bem diferente do filme inspirado no livro de Brooks. Este formato permite que o autor dê pontos de vista diferentes sobre o evento, contando a história do médico que encontrou o suposto paciente zero, relatos de um contrabandista que transportava pessoas de países em quarentena para zonas de segurança e a Batalha de Yonkers, uma verdadeira cena de guerra contra os Z’s em Nova Iorque.

Quem curte: Quem tem curiosidade sobre como o mundo reagiria a um apocalipse zumbi. As entrevistas abrangem situações diversas por todo o mundo, tratando de forma inovadora temas comuns em histórias de zumbis, como o início da epidemia, organização de centros de refugiados e a guerra contra os mortos vivos, mas também responde perguntas do tipo: Se eu fosse para um lugar bem frio no apocalipse zumbi, eles congelariam?

Quem talvez não curta: Leitores que buscam uma história linear, com trama de personagens complexos. Por mais incrível que seja a história, com uma narrativa inovadora, World War Z é formado por vários relatos curtos de dezenas de personagens diferentes que formam uma história ao redor do mundo, então é importante ter isso em mente se escolher este como seu primeiro livro de zumbis.

Sinopse oficial:
Com Guerra Mundial Z, o norte-americano Max Brooks faz uma paródia dos guias de sobrevivência convencionais e expõe a paranoia coletiva que tomou conta do mundo, em especial dos Estados Unidos, na era Bush. No livro, que dá continuidade ao bem-sucedido O guia de sobrevivência aos zumbis, o autor adota um tom científico nas pretensas entrevistas que conduziu com os sobreviventes do ataque que quase extinguiu a humanidade.
O narrador de Brooks é um integrante da comissão da ONU encarregado de elaborar o relatório sobre o assustador conflito que quase aniquilou o planeta. Da identificação do paciente zero, contaminado nas ruínas de Dachang, na China, até Mary Jô Miller, a arquiteta de elite que pode pagar para se proteger, passando pelo depoimento de um soldado da infantaria que lutou no conflito, nada escapa à verve do autor.
Irônico, Brooks destaca ainda o quanto os homens são ingênuos em achar que podem se defender de pragas e criaturas alienígenas. Governos corruptos e com interesses eleitoreiros podem destruir qualquer Departamento de Defesa, ou conduzi-lo para o front errado. O autor mostra ainda como as sociedades desmoronaram e foram forçadas a se reorganizar após o colapso das instituições que as mantinham, levando as pessoas a atos extremos de heroísmo e altruísmo, bem como de egoísmo e mesquinhez.
Além de recorrer ao fantástico para traçar um painel das reações humanas diante de crises e tragédias inexplicáveis, Brooks tece comentários ácidos sobre temas diversos como o autoritarismo na China e na União Soviética; a falsificação de relatórios de inteligência por parte do governo dos Estados Unidos para justificar a invasão ao Iraque em 2003; o impacto social e ambiental de grandes empreendimentos como a represa de Três Gargantas, na China; a opressão imposta por regimes fundamentalistas, como o talibã no Afeganistão e o tráfico internacional de órgãos, envolvendo países como o Brasil.

Guerra Mundial Z está disponível para a compra aqui .
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