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Mangue Negro - Ótimo exemplo de terror brasileiro

O trabalho do capixaba Rodrigo Aragão é um filme de zumbis que se passa nos manguezais do Espírito Santo. O filme conquista uma aura especial por lançar um olhar brasileiro sobre um tema inusitado no cinema nacional. A história é simples: zumbis começam a atacar os moradores de uma pequena comunidade de um manguezal. A partir daí é um festival de sangue esguichando de corpos mutilados. O filme foi produzido com pouquíssimo orçamento. Sinopse: Certo dia, em uma comunidade de pescadores e catadores tão pobre quanto fora do tempo, a natureza resolve mostrar seu lado macabro. Do manguezal de onde sai o mísero sustento emergem zumbis canibais. Ninguém sabe o que causa a “contaminação”. O que importa é fugir e sobreviver para fugir de novo. A cada mordida, pais, amigos e irmãos se transformam em criaturas abomináveis. Diante de um horror que não recua nem com a claridade do dia, que não poupa sequer peixes e crustáceos, um sobrevivente relutante e amedrontado se descobre hábil com o machado e péssimo na hora de se declarar para a morena que faz seu coração bater. De certa forma, a graça de "Mangue Negro" está em seu tempero brasileiro. A mocinha possui um ar brejeiro comumente associado às mulheres simples da zona rural do Brasil. Também o herói, apaixonado pela mocinha, possui uma timidez e certa ingenuidade que quase sempre identifica o estereótipo do homem do campo. São esses personagens com traços nacionais que enfrentam os zumbis. O filme deixa transparecer a pouca verba de produção, mas ele compensa a falta de recursos com bastante criatividade e humor. Os efeitos especiais e a maquiagem de "Mangue Negro" ficaram por conta do próprio diretor Rodrigo Aragão. &nbsp; &nbsp;

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