<script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <!-- uz_336 --> <ins class="adsbygoogle" style="display:inline-block;width:336px;height:280px" data-ad-client="ca-pub-2659980373728363" data-ad-slot="7334352839"></ins> <script> (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); </script>

Pesquisadores produzem perfume com cheiro de zumbi

Se os zumbis no apocalipse precisassem confiar apenas em seu olfato para localizar suas próximas refeições (você), seria seguro dizer que o apocalipse seria algo de curta duração. Devido a milhões de anos de evolução e sobrevivência, um dos cheiros mais repugnantes para o ser humano é o de carne podre. Isso facilmente poderia sobrecarregar o olfato excluindo todos os outros. E já que o cheiro mais provável que um zumbi sentiria é o de carne podre (dele e dos mais próximos a ele), pode-se pensar que o sentido de olfato deles (já diminuído pela decomposição e ausência do muco) seria quase inútil para caça.
Tá sentindo esse cheirinho?
Então, para aumentar nosso arsenal de equipamentos de sobrevivência, o químico Raychelle Burks, PhD de Doane College em Nebraska, propôs uma colônia que imitasse o cheiro dos mortos-vivos. Só um pouquinho já é o bastante! Perturbadoramente saudável!

Quando o corpo começa a apodrecer, ele começa a produzir um grande número de substâncias (pela quebra química das moléculas) que pode gerar odores muito pungente (mesmo em pouquíssimas quantidades). Dois deles já têm mesmo nomes que lembram zumbis: putrescina e cadaverina (sem brincadeira).

Burcks recomenda completar a essência da morte com metanotiol (ovo podre, cheiro de repolho cozido). E como podemos produzir em massa a quantidade dessa substância possivelmente salva-vidas que possa salvar o mundo?

“Os pesquisadores têm mostrado que se pode usar e-coli, pequenas “bactérias fabricantes”, para nos dar todas as poliaminas que quisermos. Nossa putrescina e cadaverina. Agora, se modificarmos a e-coli também produziremos metanotiol e poderemos colocar todos os nossos produtos químicos fedidos em um pote. Este é um bom começo para nossa colônia da morte, mas temos mais trabalho a fazer. Se estamos realmente tentando imitar um cadáver e usar este método de andar entre os mortos temos que deixar o cheiro perfeito. Ninguém quer ser a cobaia que passa a colônia da morte e percebe que ela não funciona direito.”

Fãs de The Walking Dead viram Rick e Glenn se afogarem em tripas de zumbis para atravessarem uma horda de forma segura. Mas será que isso funcionaria? Raychelle Burks pode estar no caminho certo. Até mesmo o filme Guerra Mundial Z fez uma alusão a isso (ou seja, “o cheiro da doença”).

A única questão que realmente importa, porém, é qual será o nome do produto quando ele chegar às prateleiras. Essence-de-Cadavre? Eau de Mort?